Maria Botelho Moniz emociona ao alertar para cheias e evacuações em Portugal no Especial da “1.ª Companhia”
Apresentadora revela relatos dramáticos, tranquiliza recrutas sobre as famílias e destaca estado de calamidade decretado no país

Portugal enfrentou uma das noites mais difíceis dos últimos tempos devido às fortes tempestades e cheias que têm assolado várias regiões. Durante o Especial da “1.ª Companhia”, Maria Botelho Moniz trouxe atualizações preocupantes sobre a situação, num momento que deixou recrutas e telespectadores profundamente emocionados.
A apresentadora começou por transmitir alguma tranquilidade aos participantes do reality show, garantindo que foi possível contactar as famílias de todos os recrutas e que estas se encontram em segurança, apesar da gravidade dos acontecimentos em diferentes pontos do país.
Maria Botelho Moniz relatou ainda episódios que demonstram a dimensão do cenário vivido. Em Alcácer do Sal, o nível da água subiu cerca de dois metros, obrigando ao uso de botes para resgatar moradores das suas próprias casas. Noutras regiões, registaram-se carros arrastados pelas águas e várias famílias tiveram de ser evacuadas.
A comunicadora fez questão de mencionar casos concretos ligados aos recrutas. Sobre Joana D’Arc, natural de Esposende, explicou que, apesar da subida do rio Cávado e da inundação de um clube náutico, a família está bem. Já relativamente a Manuel Melo, de Peniche, destacou que Peniche, Óbidos e Torres Vedras estão entre os concelhos mais afetados da região Oeste, assegurando, no entanto, que a família do recruta se encontra segura. Quanto a Rui Freitas, de Vizela, referiu que o município enviou oito camiões TIR com material de apoio às zonas mais atingidas, sublinhando também o envio de ajuda a partir do sul do país, incluindo do Algarve, terra natal da família de Noélia.
Num discurso marcado pela emoção e esperança, Maria Botelho Moniz enalteceu o espírito solidário dos portugueses, afirmando que o país se tem mobilizado para apoiar as populações afetadas.
A apresentadora terminou o momento informativo revelando que o Primeiro-Ministro decretou o estado de calamidade até 15 de fevereiro e alertou para a aproximação da depressão Marta, que poderá agravar a situação, sobretudo ao nível dos rios e barragens.



